sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Será que eu sou o que penso que sou?

Dúvidas, dúvidas...

As vezes me questiono... O que realmente sou? Até que ponto estou sendo autenticamente eu mesma? Será que nascemos com algum tipo de "herança" que nos diferencia, ou será que nos construímos a partir daquilo que vivenciamos? ou ambos?

Pra mim, uma das questões mais difíceis de ser finalizada é esta: Quem sou eu.Primeiro porque abomino a ideia de ser encaixada, definida, esteriotipada. Não sou um molde, não faço uso destes. Segundo porque o ser humano em geral é cheio de fases, de rostos, de complexidades. Assim, definir-me seria correr riscos? seria desperdício? seria me dar o luxo de ser contraditória comigo mesma? e mais...



Sou o avesso, a reticência, sou aquilo que você olha e não vê. Sou antes de tudo uma inconformada, uma desestruturada... Talvez você me definisse pelo verbo eu sinto, ou, eu resisto!  Talvez eu seja apenas alguém que se perdeu, ou que se achou. O que sou eu? Um mero grão? não! talvez uma pedra, que luta para não ser levada, e isso porque eu não quero ser levada, não quero ser ovelha, não gosto daquelxs que seguem, que se moldam. Odeio xs satisfeitxs, xs omissxs! Amo xs rebeldes, xs que resistem, xs que não creem no inevitável, xs loucxs!




Eu? eu mudo a cada dia! Se amanhã eu me fizer essa mesma pergunta, já responderei de forma diferente... Eu me permito mudar a cada dia. Em outro momento talvez eu até arriscasse uma definição, mas hoje? hoje não! Agora eu sou isso, ou aquilo, ou ambos! E me basta! 

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